quinta-feira, 10 de março de 2011

N-o silênci-O, o grit-O

NAQUELA NOITE,  QUANDO PAREI E VI O LÁ FORA,
de mim, o meu eu, o mundo de lá,
cresci um pouco, cedi um pouco,
Introspectivei-me.  No silêncio entre mim e eu mesmo. Lá fora,
O som das veias, na corrente da alma só,
Escuro de corpo. O que escrevi, me  ensina a reescrever a vida escura de puro grito do lá de fora,
moderno, livre, feliz, amar-nte, O que vejo, logo sou,
Cãos, relógios, quarto sombrio, no poder de escrever o infinito escrito,
Pensei e criei um grande título sem Letras vivas, pois estão no escuro oculto frio.
No silêncio, o grito oco de poeta.
Um criar, um tentar, um ser, um lá de fora, sem medo do escuro.
Onde estivestes de noitinha? A noite,
Oh noite, divinizante, branda, e cheia de libidino-Çências-
Ovo. Pq falar de ovo oco,  Ovo e galinha? é mistério lispectoriano,
Alegre= poesia alegre! nua, crua, e sua agora,
lá de fora vejo, bem fora da janela poética,
Escrevo o q sou. rima perdida.
Uma mariposa, um colibri, um eco, um ser q....etc,
fim!? nada
kkk

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