sexta-feira, 4 de março de 2011

Ensaios literários= Diamante Po- é- ti- co- s-

AOS SENTIDOS DE AMAR

O Sol se levanta, os pássaros cantam,
A vida decanta um novo raiar,
A vida que é vida de viver e morrer,
Vida, puro afã de prazer,
 AMAR- leva o amar, ao comer.

Gozo eterno de buscar,
Amar e se ilusionar,
Amor e dor na mesma toada; de tudo passar, tudo chorar, tudo provar,
A poesia-belezitude  pro ser, querer e relevar
A Verdade : poesia é vida!

Ou Dolo e olor roto solto envolto louco. Dou o troco com soco oco todo na traição,
É uma pergunta desperguntável?
Uma metáfora doce antítesica- a enantiose volupituosa,

 Libido arde, inflama, chama,
Se não for pelo prazer quero morrer,
Provar do proibido fingido,
Do fel e do mel,
Do céu cruel. Imortal deusa cega.

Ando, sinto, quero, amanheço amando-te demasiadamente,
Minha mente, sente, invente contente e tente,
Esquecer-me, reaprender a adormecer em mim.

Amo. Clamo. Plano fatal. Dor mortal.
Pois bem. Pois mal.
Com açúcar e com sal: metonímia do plural-  nós.
Sinestésico- jeito de brotar,
Hipérbole excrescente e estridente: sinta...

Do prazer ao esmorecer,
Do nascer ao entardecer da paixão, vulcão, canhão da alma. (EXPLODE!)
Do amar sem jeito. Do odiar o repensar pra enamorar,

Do fim, a pedir não-fim, ausente de mim, clamando por ti.
Dor de amar: romântica realista moderna e pós. Inventada, idealizada,
Noite a luar, serenar, ao orvalhar no jardim: cavernoso, gemível.

 OH! Palavras quão inefáveis, inaudíveis,
Palavras e palavras e mais palavras, reinam meu pensar-coração,
Deixam-me na mão. Sem pão. Anão. E dizem:  Não?!
Sim posso beijar o mistério...  sentível de gostar.
Etc. amor-cão pidão:                                                                  

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