domingo, 13 de março de 2011

MINHA CLARIVIDÊNCIA: ELÃ
Clarice Lispector misteriosa, amiga das cartas, do espelho, mulher das letras e das vidas íntimas,
Lispector Clarice bruxa?  Bárbara, estrábica na solitude;
Rotcepsil eciralc uma pergunta, um silêncio; numa entrevista jornalística com direito de revelar QUEM SOU EU???
Clari Lis esfíngica no afã de liberdade, seu cavalo negro, forte,
Ar  rir claro iperalta da dr. Clarissa, só para loucos, devaneantes, enlevados;
Liso em flor de Lis, roubando um livro de minha cabeceira sem Felicidade Clandestina. come sua própria placenta e vira sua ficção real.
Clarito frisson , Lipe  rota  leto  yps  palavras enigmáticas, noturnas de halo intronspectivo em si mesmo ou ensimesmadamente.
Clara tudo ao mesmo tempo, enamorada do professor de matemática, rainha de cavalos e galinhas onamatopéicas.
Um outro nome  para Deus, descobriu.
Clarismar conhecedora do mar profundo, ventos, galinhas, noites,
Clariar a mente do pobre, feio, solitário, num suar de vermelhas xícaras de café, num teclar da poderosa palavra escrita, mágica e fascinante. Toca um telefone dos prazeres ou da aprendizagem.
Clariou minha vida e me tirou do vazio de existir: Quem sou eu?  Sou eu. É,

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