Bela sinhazinha, sinhazinha linda
princesa do bumbar
Bela sinhazinha, sinhazinha linda
vem vem vem brincaaaarrr.....
Vem dançando balancando
nas ondas de amor
teu vestido a sombrinha,
gira, doce leveza no ar
Levita no balé do sonhos
teu sorriso ilumina
a menina; dona da fazenda
vem dançar
vem bailar
e me apaixonar
Traz o amo e o meu boi bumbar
Paii Franciso e Catirina ;a vaqueirada pra brincar
nas cores vermelho e branco, emociona o torcedor
a galera te espera
grita,
chama a sinha- zinha pra dançar
até a lua cheia se enamorouou do doce bailar
bela sinhazinha, sinhazinha linda
princesa do bumbar
bela sinhazinha, sinhazinha linda
vem vem bailar...
Alexandro Maicon, acadêmico, ensaísta e pesquisador de Literatura Brasileira - Letras UNIR
segunda-feira, 18 de abril de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
VIVO, LOGO ESCREVO
ESSA VIDA,
EU COM A CARA NUA, SEM PELE, LIMPA CRUA, SEM MIM,
VIVO, LOGO ESCREVO-TE NA ESCRITURA DO PRAZER TEXTUAL
....
POESIAS SEMPRE EM CONSTRUÇÃO,
SEM INÍCIO NEM FIM MAS COM AUTO-REFLEXIBILIDADE
A COBRA PICA NO SONHO, ACORDA:
MORDIDA NADA TEM,
NADA FERE,
ERA SONHO E ACORDE,
O VENENO ESCORRE PELA GOELA ÍGNEA DA VEIA HIRTA,
O DESEJO VEJO ASSIM,
A LIBIDO DESAFLORADA DE BUSCAS NUAS NA NOITE,
SEM TEMA, SEM FRUTO, SEM CORPO, SEM TU,
O VENTO, O MAR, SOPRAM A BRISA DO LUAR DESNUDADO POR TI,
MEU ENTREOLHAR DE SÚBITO EPIFÂNICO SE TORNA SUBCORPO- CARENTE DE CARNALIDADES
MINHA CARNE FRIA A ESPERAR PELA TUA FRUTA VERMELHA,
CEGO,
NU,
ME DEITO
DURMO-ME,
EU COM A CARA NUA, SEM PELE, LIMPA CRUA, SEM MIM,
VIVO, LOGO ESCREVO-TE NA ESCRITURA DO PRAZER TEXTUAL
....
POESIAS SEMPRE EM CONSTRUÇÃO,
SEM INÍCIO NEM FIM MAS COM AUTO-REFLEXIBILIDADE
A COBRA PICA NO SONHO, ACORDA:
MORDIDA NADA TEM,
NADA FERE,
ERA SONHO E ACORDE,
O VENENO ESCORRE PELA GOELA ÍGNEA DA VEIA HIRTA,
O DESEJO VEJO ASSIM,
A LIBIDO DESAFLORADA DE BUSCAS NUAS NA NOITE,
SEM TEMA, SEM FRUTO, SEM CORPO, SEM TU,
O VENTO, O MAR, SOPRAM A BRISA DO LUAR DESNUDADO POR TI,
MEU ENTREOLHAR DE SÚBITO EPIFÂNICO SE TORNA SUBCORPO- CARENTE DE CARNALIDADES
MINHA CARNE FRIA A ESPERAR PELA TUA FRUTA VERMELHA,
CEGO,
NU,
ME DEITO
DURMO-ME,
quarta-feira, 6 de abril de 2011
A roda
a roda gira, a vida,
o círculo ancestral,
a metáfora orgânica desentendida.
micrologia de um ser inadatável,
ex- possible.
A flor pede pra nascer no peito de um lírio branco
emanante de melifluosidades,
eu e etc... assim, perdidos,
amor que nunca mata minha morte,
eterno como nosso ato noctâmbulo,
a noite... meu livro aberto junto a galáxias simbolistas,
morder a fruta,
jardim desnudo,
cego e vergonhas, a vida gira e gira
desatino
desamor
desviver Romantista.
nem sei d q falo.
falo.
Eros me faça nascer das cinzas,
q possa salvar-me do eco das Sereias,
pintar esse instante-já.
Em suma, é o dizer sem nada dizer.
o círculo ancestral,
a metáfora orgânica desentendida.
micrologia de um ser inadatável,
ex- possible.
A flor pede pra nascer no peito de um lírio branco
emanante de melifluosidades,
eu e etc... assim, perdidos,
amor que nunca mata minha morte,
eterno como nosso ato noctâmbulo,
a noite... meu livro aberto junto a galáxias simbolistas,
morder a fruta,
jardim desnudo,
cego e vergonhas, a vida gira e gira
desatino
desamor
desviver Romantista.
nem sei d q falo.
falo.
Eros me faça nascer das cinzas,
q possa salvar-me do eco das Sereias,
pintar esse instante-já.
Em suma, é o dizer sem nada dizer.
terça-feira, 5 de abril de 2011
INDIZÍVEL -
PODE ATÉ SER MENTIRA: MAIS NAQUELA NOITE AS FORMIGAS ERAM TODAS FEMINISTAS...
DOCES FORMIGAMENTOS NOTURNOS,
EXÓTICO UNIVERSO CORRENTE DE PEQUENOS SERES, CORREM,
CORTAM,
VÃO,
SÃO...
UM OLHAR Q NÃO É OLHAR, É REFLEXO,
UMA FORMIGA A NOITE, EM BUSCA DAQUELA FOLHA PREFERIDA, TALVEZ PQ TENHO BORDAS BRANCAS DE PAZ DIVINA E CHEIRO ANGELICAL SEM SAL,
SE RIMA DÁ POESIA
SE NÃO RIMA? ... RIMA NO ESPÍRITO,
ENTRE JOANA E MACABÉA- CONTRASTE DE MULHER CLARICEANA, DEVANEIO DE SONHO
COULO
DE SÚBITO, UM SILÊNCIO ESTUPEFACIENTE-
A NOITE AS FORMIGAS PASSAM PELO MEU QUARTO, E EU SOU, EU RECONHEÇO ESSE EXISTIR PROFUNDO,
CARREGAM UM PESO MAIOR Q ELAS, A RAINHA MANDA,
SÃO MUITO.
DÁ ATÉ UMA TELA IMPRESSIONISTA: UM FORMIGUEIRO FAMIGERADO
ESFAIMADAS.
CORTANTE. PICADA ARDENTE.
AS FORMIGAS, O TRABALHO, AS MULHERES FEMININAS QUENTES, CARREGANDO O MUNDO EM CIMA DE SI.
NO MEIO DO CAMINHAR TINHAS ELAS, INTENSAS,
REFORMIGAMENTO ÁRDUO.
ONDE É SUA MORADA, NEM DESCOBRI, MAS SEI Q ELAS SUGAM AQUELA PLANTA, ÁRVORE, FOLHA Q SUA PREDILEÇÃO.
LINDAS AS FORMIGAS,
LINDAS AS MULHERES PENETRANTES,
PQ A FORMIGA? PQ Q MULHER? NEM SEI.
DOCES FORMIGAMENTOS NOTURNOS,
EXÓTICO UNIVERSO CORRENTE DE PEQUENOS SERES, CORREM,
CORTAM,
VÃO,
SÃO...
UM OLHAR Q NÃO É OLHAR, É REFLEXO,
UMA FORMIGA A NOITE, EM BUSCA DAQUELA FOLHA PREFERIDA, TALVEZ PQ TENHO BORDAS BRANCAS DE PAZ DIVINA E CHEIRO ANGELICAL SEM SAL,
SE RIMA DÁ POESIA
SE NÃO RIMA? ... RIMA NO ESPÍRITO,
ENTRE JOANA E MACABÉA- CONTRASTE DE MULHER CLARICEANA, DEVANEIO DE SONHO
COULO
DE SÚBITO, UM SILÊNCIO ESTUPEFACIENTE-
A NOITE AS FORMIGAS PASSAM PELO MEU QUARTO, E EU SOU, EU RECONHEÇO ESSE EXISTIR PROFUNDO,
CARREGAM UM PESO MAIOR Q ELAS, A RAINHA MANDA,
SÃO MUITO.
DÁ ATÉ UMA TELA IMPRESSIONISTA: UM FORMIGUEIRO FAMIGERADO
ESFAIMADAS.
CORTANTE. PICADA ARDENTE.
AS FORMIGAS, O TRABALHO, AS MULHERES FEMININAS QUENTES, CARREGANDO O MUNDO EM CIMA DE SI.
NO MEIO DO CAMINHAR TINHAS ELAS, INTENSAS,
REFORMIGAMENTO ÁRDUO.
ONDE É SUA MORADA, NEM DESCOBRI, MAS SEI Q ELAS SUGAM AQUELA PLANTA, ÁRVORE, FOLHA Q SUA PREDILEÇÃO.
LINDAS AS FORMIGAS,
LINDAS AS MULHERES PENETRANTES,
PQ A FORMIGA? PQ Q MULHER? NEM SEI.
sábado, 2 de abril de 2011
POESIAS 2011.1
POESIA FUTURISTA-
MAR AMOR RARO
VELOZ, SEM FIOS, SEM SENTIDOS,
VOU DORMIR NO MAR DO TEU DOCE OLHAR
PERIGO, CORRENDO NO AR DAS NUVÉNS
OUDÁCIA DE QUERER
DESEJO DE PURA CORAGEM NAVEGAR- ONDAS DO MAR AMAR
RIMA COM AMAR MAR AR ANDAR
OU
NADAR
EM TEU CORPO DESNUDECENTE- MENTE
FORA DE MIM ESTOU EM TI. PRESO
QUERO OS 11 MANDAMENTOS DE AMOR.
AGRESSIVO FEROZ ANIMALISTA CORAÇÃO ENAMORADO
OLVIDO SEU ZELO DEMASIADO
E
ACORDO PLENO LLENO E ENCANTADO
RIMA COM AMOR
CALOR
FOGO
NESSE HIGIENE DO MUNDO-CÃO LISPECTORIANAMENTE VIVE-SE ASSIM, DE HÁ MUITO.
SEM VERSO E SEM RIMAS
SEM AMOR DE AMAR
SEM AMAR AR DE ÁGUAS SECAS, ANTÍTESE DO MAU GOSTO OCULTO,
BRUXO, POR VEZES,
AUGUSTINIANO ESCARRENTO, VERMINOSO, MORTO,
NEM SEI EM Q EX- TRE- M- IDADE T DIGO
ESQUECI A VÍRGULA,
ANTI-POÉTICO AMOR AMANTE,
CARNE DOCE DE TANTO EXALAR,
AROMA NEFELIBATA,
SENTIMENTO ROMANTISTA,
LOGIA NATURALISTA
REAL - ISTA
SIGNO- SIMBÓLICO SIMBOLISTA
EU -
ISMOS-
AVANT
NEM OVO NEM GALINHA,
LIS NO PEITO DA MORTE TUMULÁRIA ESTOU-ME A BEIRA DA CRUZ PERDIDA CRUZ.
MOVIMENT0 DO HJ T QUERO
SEDE...
PEQUENA
MUITA..
SEDE DE SEDES XEN0-
MINHA LEITURA SUA....
EU ESTOU ONLAINE COM O MUNDO E NÃO QUERIA Q ESSA DOR-ALEGRE PARASSE
VOU ENTRAR
ME JOGAR
NO MAR
Q ACHA?
CONHCECER OS MAIS ÍNTIMOS SEGREDOS DE MIM MESMO
E DENTRO DE MIM SANGRAR FLOR ÁCIDA DE DOER
DENTRO BEM A- FUNDO DO MAR
EU FUNDO
AFUNDO-ME
PENETRANDO NAS ONDAS QUENTES AZUIS ACHO-ME NU.
A COR DESSE AMOR É AZUL.
AMOR METAFÓRICO. PARADOXO DE DOIS SERES,
VOU MERGULHAR EM TEU PENSAMENTO SERE- NO - IAS- ? ADIVINHA...
POSSO IR?
NAUFRAGAR NESSE VOLUPTUOSO GESTO AZUL DE AMAR
AS PALAVRAS O VENTO TRAZEM A MIM.
SUO. AZUL.
AMOR
AMAR
MAR
AR
ANDAR, CANTAR, CHORAR, INFINITAR, SONHAR, -AR
INFINITIVO
DE
QM
AMA-SE NO MAR CHEIO DE ONDAS DE....
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Hj tentei chorar, a lágrima quis sair,
no entre-olhar d amar. Amo demais e sofro,
a distância desse amor me deixa lo- u- co envolto.
Preso em mim mesmo, assim. Fora de mim, na busca d te encontrar.
Silêncio. Acordo e não te encontro,
durmo e febre late suando no corpo carente frio, deeenso, puro desejo libidinoso,
Hj é dia de escrever esta dor. Amor doe esse.
Nem Freud poderia explicar essa dor fremente de t esperar pra amar.
Longe. bem lá de fora, além , na metáfora do in-limitável.
tempo sin tiempo.
Musiquinha e entre-lágrima cortad@.
Saudade transpira pela pele quente. Não é só pele, é pele e pele quente. Ardente melhor.
Daq mai um anu t tenh s[o pá mimmm...
bjs meu doce amor
minha poesia poética meta-
minha canção de choro.
meu amor quente, ardente, fremente, sente...
O q te escrevo nem reviso, é esporádico como nosso jeito de amar,
quando chega corre e vem... de corpo cheio amare.
Leve e intenso desafio de esperar
ninf_ do céu do mar azul celestialll...
Alex, eu
no entre-olhar d amar. Amo demais e sofro,
a distância desse amor me deixa lo- u- co envolto.
Preso em mim mesmo, assim. Fora de mim, na busca d te encontrar.
Silêncio. Acordo e não te encontro,
durmo e febre late suando no corpo carente frio, deeenso, puro desejo libidinoso,
Hj é dia de escrever esta dor. Amor doe esse.
Nem Freud poderia explicar essa dor fremente de t esperar pra amar.
Longe. bem lá de fora, além , na metáfora do in-limitável.
tempo sin tiempo.
Musiquinha e entre-lágrima cortad@.
Saudade transpira pela pele quente. Não é só pele, é pele e pele quente. Ardente melhor.
Daq mai um anu t tenh s[o pá mimmm...
bjs meu doce amor
minha poesia poética meta-
minha canção de choro.
meu amor quente, ardente, fremente, sente...
O q te escrevo nem reviso, é esporádico como nosso jeito de amar,
quando chega corre e vem... de corpo cheio amare.
Leve e intenso desafio de esperar
ninf_ do céu do mar azul celestialll...
Alex, eu
Sinhá, sinhazinha, linda bailaria do bumbar... vem brincar ah ah ah
Sinhá, sinhazinha,
bailariana princesa,
De sombrinha e vestido de luar
Adorno de renda pra me encantar ôôô
Dança na arena espalha toda a poesia
Vem vem, vem brincar de boi ôôô iii
Sinha, sinhazinha, hahaha..
Nesta festa linda de boi, o o oi, menina
Vem brincar,
E me apaixonar
Com seu sorriso solto no ar,
Faz todos os sonhos brotarem com o seu bailar,
Conquista todo este lugar,
De azul e de amar,
Evolui, balanceia, aaaa..
seu olha é como o cante de sereia,
A lua te convida ah ah..
nessa brincadeira, vem sinhazinha vem sinhazinha,
És/ fan/tasia/ na are/na, flor /e poesia aaaa, cortes
Tem flutuar, tem dança
Vem vem brincar de boi
Em guajará.
Pureza, graça, adormeço o coração do torcedo,
Leveza vem, a menina mais bela do lugar,
No palpitar do coração
Vem a bailarina linda; do bumbar.
Roda, baila, encanta,
De sinhá, de sinhazinha, a aaa . Tum Tum Tum. parada
Sinhá, sinhazinha a mais bela da fazenda vem em,
Vem brincar de boi, o oi, bumbar ah ah
A rima dos meus versos,
Cristal de lua, haaa ah.
Versos feitos só pra te amar, ah a ah a,
Porcelana radiante, luz, inspira,
Sonhos e magias,
Sinha, sinhazinha –a ahaha
Vem vem, vem brincar ar ara ah. a
Es a bailarina do bumbar ooooo. SInha zinha linda, SInha, sinhazinha refrão
Rainha, rubi de amor
A flor da aldeia com instinto de guerreira vem dançar,
Com pétalas vermelhas esculpida pelos deuses vem amar
Dança sob a luz do luar
As estrelas cantam pra te ver bailar,
Com ritos, festas, lendas e crenças,
Levanta essa galera avermelhada,
Livre com beija- flor,
Rainha, rubi de amor
Doce cunha, diva morena,
Rainha do Folclore da nação vermelha,
Teu calor embala meus sonhos, (nesta festa)
Dança, baila, presente dos deuses
Corpo brozeado, luz e leveza,
Cabelos soltos no ar,
Lábios q traduzem o canto da floresta,
Adorno de penas reluz teu bailado,
Diva, deusa e índia guerreira
Beleza da floresta tem dança milenar
És o amor da lua,
Fiz essa canção pra te amar,
Dança, rubi de amor,
Doce cunhã, diva morena,
Rainha do Folclore da nação vermelha,
flor da aldeia, com pétalas vermelhas
Rainha do bumbar,
Dança, rubi de amor,
Doce cunhã, diva morena,
Rainha do Folclore da nação vermelha,
Linda flor q Tupã abencoouoooo, com pétalas vermelhas
Rainha das tribos,
Dança, rubi de amor,
Doce cunha, diva morena,
Rainha do Folclore da nação vermelha,
flor da aldeia, com pétalas vermelhas
Rainha do bumbar (Flor do campo ôôô)
Dança, rubi de amor,
Doce cunhã, diva morena,
Rainha do Folclore da nação vermelha,
Linda flor q Tupã abencoou, com pétalas vermelhas
Rainha das tribos,
Porta- Estandarte do meu boi bumbar
Porta-Estandarte do meu boi oi oi bumbarr... 2x
Vem, apaixonando empolgando toda multidão
Beleza, leveza no bailado, inspira paixão
A rima dos meus sonhos, guardiã da nação
Ès deusa, menina-mulher, guerreira
cunha da Amazônia: Terra Mãe
Voa garça morena, criação de Tupã
O teu corpo adornado de penas
Porta-estandarte do meu boi
Ergue o Pavilhão
Mostra as cores da nação
Flor do campo, Campeão
No dois pra lá, no dois pra cá
É festa de boi bumbar
No toque do tambor .. Tum Tum
No pulsar do coração Tum Tum
Traz os ritos, mitos,e lendas, as festas, as crenças vem vem vem brincar
Dança, encanta com o estandarte da nação
Vestida de vermelho, de luar
nas asas da imaginação vem:
Porta- Estandarte do meu boi bumbar
Porta-estandarte do meu boi oi oi bumbar... 2x
Cunhã – Poranga
Em noite de lua cheia
Chega a índia guerreira pra brincar,
Com adornos de penas
Dança, baila a me encantar,
Corpo amorenado, tem graça, beleza, leveza,
Vem vem dançar,
Tem graça, guerreira, grandeza,
Vem me amar,
Rainha Tribo, deusa do luar, és diva morena,
Como eclipse de amor que me encantou,
A cunhã dos sonhos cheia de amor,
És diva, morena e índia guerreira
Vem vem brincar ah ah, ah ah aaa ...
Cunhã- Poranga, com belezas vem brincar
No flor-do-campo, no vermelho de amar., Refrão
Cunhã- Poranga, sorriso solto no ar,
De vermelho, sob a luz do luar,
È flecha, tambores e penas vem bailar eh eh e eh e eh.
A índia mais bela da tribo vem dançar eh eh e eh e eh
,eu.
Deixo o coração falar, eu cantar a mais bela toada,
onde os sonhos tem cor de amor,
Vermelho!
onde o uirapura decanta, a magia que encanta,
levanta a galera,
na batida do tambor,
mInha cor é vermelha,
o sangue q corre nas veias,
o sol q nasce pra irradiar,
O estandarte simbolo sagrado traz a cor:
Vermelho,
Nessa paixão, nessa toada,
cunhã vem bailar,
pajé vem libertar,
e sinhazinha vem chamar meu boi pra brincar,
Dança e baila na cor de amor,
Vermelho!
onde o sol é mais bonito, a vida tem mais amor,
Vermelho é a cor,
do meu boi Flor do campo ooo..
Bate coração,
aguenta coração,
vermelho !
Vermelho é a cor do amor,
Vermelho pra sonhar...
vermelho pra se amar,
vermelho campeão de guajará,
Vermelho é ter dança,
vermelho é show, flor do campo,
Vermelho é símbolo sagrado,
encarnado rubi de amar ( meu boi)
Vermelho é cor pra sonhar, se amar, e ser,
vermelho é amor,
vermelho é a toada que Tupã
esculpi num gesto de amor,
Flor do campo,
é raiz
onde os sonhos tem cor de amor,
Vermelho!
onde o uirapura decanta, a magia que encanta,
levanta a galera,
na batida do tambor,
mInha cor é vermelha,
o sangue q corre nas veias,
o sol q nasce pra irradiar,
O estandarte simbolo sagrado traz a cor:
Vermelho,
Nessa paixão, nessa toada,
cunhã vem bailar,
pajé vem libertar,
e sinhazinha vem chamar meu boi pra brincar,
Dança e baila na cor de amor,
Vermelho!
onde o sol é mais bonito, a vida tem mais amor,
Vermelho é a cor,
do meu boi Flor do campo ooo..
Bate coração,
aguenta coração,
vermelho !
Vermelho é a cor do amor,
Vermelho pra sonhar...
vermelho pra se amar,
vermelho campeão de guajará,
Vermelho é ter dança,
vermelho é show, flor do campo,
Vermelho é símbolo sagrado,
encarnado rubi de amar ( meu boi)
Vermelho é cor pra sonhar, se amar, e ser,
vermelho é amor,
vermelho é a toada que Tupã
esculpi num gesto de amor,
Flor do campo,
é raiz
Alex, eu
Minhas criações poéticas
De vermelho onde o sonho é mais bonito,
De vermelho o sol é o infinito
De vermelho, ser vermelho
É Flor do Campo!
De vermelho é cor pra se amar,
Um coração livre só qr voar
A /doce magia /na arena /a encantar/
De vermelho é pura paixão
È o boi do povão, nas cores da emoção
O grito do norte é a Amazônia Terra- Mãe
De vermelho, ser vermelho
No pulsar da galera a emocionar (Eu vou gritar, eu quero amar)
Quero fazer o sonho se realizar,
De vermelho, ser vermelho
Inspiração q vem da canção
éCampeão de Guajará
Flor do campo...
Alex, eu
De vermelho onde o coração pusa mais forte tum tum
Vermelho, no coração de guajará,
Vermelho pra amar ( flor do campo)
Sou vermelho, meu símbolo sagrado de paixão,
cor de alma, sangue, e arte pra sonhar
vou brincar de vermelho nessa festa
a galera vai parar ah ah
o coração vai palpitar tum tum
pela emoção de ver meu boi chegar.
Ser vermelho é ser flor do campo,
De vermelho, o meu amor na área vem brincar
branco de paz, vermelho de amor,
a rima mais sublime
que já ecoou
Ser vermelho tem mais amor
calor, galera encarnada campeã
Ser vermelho é ser flor do campo
ser vermelho é pura emoção
na batida do tambor
no pulsar do coração
Ser flor do campo é ser vencedor,
dono da árena, rouba corações
empolga essa galera campeã
ser vermelho é ser flor do campo...
Vermelho, no coração de guajará,
Vermelho pra amar ( flor do campo)
Sou vermelho, meu símbolo sagrado de paixão,
cor de alma, sangue, e arte pra sonhar
vou brincar de vermelho nessa festa
a galera vai parar ah ah
o coração vai palpitar tum tum
pela emoção de ver meu boi chegar.
Ser vermelho é ser flor do campo,
De vermelho, o meu amor na área vem brincar
branco de paz, vermelho de amor,
a rima mais sublime
que já ecoou
Ser vermelho tem mais amor
calor, galera encarnada campeã
Ser vermelho é ser flor do campo
ser vermelho é pura emoção
na batida do tambor
no pulsar do coração
Ser flor do campo é ser vencedor,
dono da árena, rouba corações
empolga essa galera campeã
ser vermelho é ser flor do campo...
Alex, eu
quinta-feira, 17 de março de 2011
A poeisia de cada dia santificada.
Há uma gota da gota em cd poesia.
Hoje,
nasceu uma flor.
eu a vi. assim,
nesta dimensão q só uma rosa tem.
Rosa- flor- roza. Rósea.
Antes do sol nascer lá estava ela. eu ia pensando no vago e aparece algo divino, completo
cheio de luz,
è isso. esse contato aperfumado com a vida.
Sublime.
Adivinho, logo escrevo, e sou.
Oh, mas a rosa era rosa guapa, mui
aberta, antes do sol nascer.
Acordada, cheia de gotas de orvalho.
Dê-me uma rosa roza.
Hoje,
nasceu uma flor.
eu a vi. assim,
nesta dimensão q só uma rosa tem.
Rosa- flor- roza. Rósea.
Antes do sol nascer lá estava ela. eu ia pensando no vago e aparece algo divino, completo
cheio de luz,
è isso. esse contato aperfumado com a vida.
Sublime.
Adivinho, logo escrevo, e sou.
Oh, mas a rosa era rosa guapa, mui
aberta, antes do sol nascer.
Acordada, cheia de gotas de orvalho.
Dê-me uma rosa roza.
terça-feira, 15 de março de 2011
OTROS MOMENTOS
O sol quer nascer,
Os pássaros cantam, eu tbm canto
A flor se abre, a fruta quer se esmagar,
A vida amanhece para um novo raiar,
Quase me miro na lua, diviso
No maaar com olhos de ressaca,
Tudo fugiu e a lua me esvaziou,
A palavra é minha pena musical,
Comecei a viver o fio da poesia,
Penso, existo logo
E sinto as palavras se moverem no imo.
Oh! Sol, dia e vida
Amiúde como personagem vivo,
Deslindando uma metáfora platonizante,
Palavras são palavras e ponto final.
O balé místico me atrapa demasiadamente,
Estupendo é sentir vivo em mim Clarice Lispector,
Eu sonho, vivo e penso nessa estrela periclitante,
A flor da Literatura brasileira, um diamante nobre onde escrevia como um vulcão em erupção, na sua aguda sensibilidade intuidora.
Sua escrita fascina, enleva, devaneia, desvaria o sentido da psique.
Eu corro e escrevo,
Eu vivo e poeto,
Eu sou eu mesmo,
Eu também sou outro num eu perdido, devorado, queimado, sem amor,
Eu e eu, somos dois.
Não mais que eu.
Um eu brilhante, parnasiano, simbolista, moderno e livre para ser realista e impressionista.
Romântico com mal-de-século, assim, negro, morto e noctâmbulo,
Exagerado como barroquista,
Misteriosas rosas simbolistas, a voar nas nuvens etéereas,
Nefelibatas morfimaníacos como LIS.
Um tanto de -ismo vazio e desértico, escolas cartomânticas.
Um poço sem fundo de mistérios.
.... engoli palavras a seco com aspirina dura. Voar em devaneios.
PÈTALAS ORVALHADAS
Numa dimensão poética, a voz treme, a surdez aparece, nem sei o que dizer.
Está nascendo um delírio no ar. Além do eu poético. Rosas rosadas rotas, surdas, não falam de amar, só no embalar dos gestos do ar.
Existem muito mais segredos oculto que a própria verdade latente,
Tudo é palavra. Tudo é uma dança de palavras. Tudo e nada na morada assombrada da poetude.
Estava dormindo a poesia me acordou, quando se quer poetar assim se começa.
Abraçando a poética- prosa: dois caminhos intrínsecos ao grito silencioso do autor.
Na placa: precisa-se de um dicionário. Sou amicíssimo dele.
A voz do mar vem do simplório, do cotidiano, do real fantasioso da escritura.
O estandarte de guerra é minha pena, minha caneta, minha imaginação fruidora.
Libidos, carne e prazer deturpam as introspecções do vulcão humano.
Até que não se faça sexo, não se precisa dele. Até que não se conheça o saber nem se olha para ele. O in é meu caldo de cultura, minha árvore amazônida de encantos. O índio chora. Jesus chorou e alguns nadam no seco.
Da pele se passa males da humanidade. O tabu é verbalomaníaco,
Atrás da ideológica palavra queima um sentido feito larva. Medo é sinônimo de Viúva-Negra por mais imperfeitos que sejam.
Ninfas, deuses belos cegam a alma do poeta. Amarrado em mitos de amor se deslinda o fio de Ariadne.
A Nix nós vence. A morte é passagem escura, a moeda é ser no mundo.
Uma hipnose dramática da mentira. Que a última esperança vença o mal. Hipnos e Tânatos gêmeos de dor. Só escuto as erínias.
UM DIAMANTE DENTRO DO VULÇÃO. VAI PEGÁ-LO?!
Explosão. Assim acontece em meu ser para iniciar uma escritura,
Uma vida que se arrasta em doce, suave e aperfumada palavra,
Palavras coloridas de larva vulcânica. Todo meu eu entra em chama,
Estou misticamente cheirando a flores orvalhadas.
Hoje só o silêncio da noite reina, nasce: o escuro em mim.
Palavras são rainhas, são elã, affaire com a vida.
Palavras adormecidas pelas rosas saborosas e oleosas.
Palavras com sentido abrasador, convidam-me para saborear o gozo de sentir.
Sentir ouvindo o que está atrás de um som apalavrado.
Gosto de vocábulos difíceis, prolixos, esdrúxulos, são minha razão de busca.
Amanheço, e o que vem como explosão são elas, inundam meu imo cabalmente.
Sei o que é sinestesia, pragmático, intrinsecabilidade, ainda sei: aliamados, apalavracão, práxis, solitude, soledad, afã.
Não quero arte maior, quero meramente vulcanizar minhas lexias para queimar meu âmago libidinoso.
Dou ctrl + b para salvar as palavras, elas tem valor e forma in...
O grande secredo é o que é o in... No fim vc saberá o que é in ok.
Etc..., com estética e ética poética.
Vou dormir, vou trocar de roupa, vou acender um cigarro, vou me pintar, vou usar um vestido colado, vou sair para namorar.
Vou ler o mundo, os homens, a arte, as pessoas, meu entorno é fogo.
A cada tentativa uma idéia, a cada olhar um amar, a cada palavra um segredo entrelinhado, quero uma quiromancia mística e genuína.
Eu leio mãos, tiro o destino no olhar, sinto e desabrocho num mar,
Gosto de boto, gosto de dançar, gosto de ler e de escrever. Isso tudo sou eu.
Posso ser outro, e não te conto o que temo, o segredo mais oculto no escuro da imensidão.
POESIAS DE VIDA
Dia cantante e tanto esperado, um amante amanhecido em sentir o doce sabor do amor. Um silêncio cortante, dançante e estrondante em minh´alma. És a última flor do jardim, tarde repousa, demora a se abrir, exala o otimizável perfume.
Flor de amor com calor e também dor. Adoça minha afável vivência planetária este seu nascer em mim. A flor da diamântica arte de amar. Paixão maior e cabal desse instante mágico. Sem palavras inefavelmente estou. Tenho sede cedo sempre de ti. Mim e ti são os liames adormecidos na poesia da vida.
Palavras são espelhos inventados para te amar. Meu silêncio corta a garganta de um pássaro azul e o ecoooo ocoooo chama-te agora: Oh! Amor...,
Obrigado, bem delicado por se entregar a minha noite ninfática. Perdi meu ser dentro de seu vinhedo, a luz atravessa meu imo e largo meu corpo ao mar. A água bate nas saliências de meu dedo hirto, toca e me arrepio.
Um corte de H²O em meu peito, paro de respirar, não vivo, pois só quero te sentir. Alentado em néctar, enamorado por teus olhos negros.
Choro porque a amabilidade é sinestesicamente uma canção única, um tom em solitude e perfeito ao seu próprio existir. Afável e amplexante; ficaria despertado e crespucularia em lembrar seu nome.
Meu eu é por excelência teu. Eu + teu=? ..., queria colocar os vocábulos mais apaixonantes para roubar seu aroma eterno. Minha flor de vida!
Flor que só eu tenho, só eu rego e cuido, pétala por pétala. O Sol já brilha e vejo o seu reflexo na lua cheia. As pedras são baluartes de nosso palácio, um reino ou ninho de diamante puro e raro.
Uma mina deslocar-ser-à em reverência a nossa história. Posso morrer de tanto te amar, posso não dormir e te esperar e parar de pensar só para sobrar pensamentos para ti.
O ínclito devaneio fremente passa por meu fado, quero fazer o download completo e entrar no seu perfilkut. Blog grecoamoroso.
Dia + ama+ te: O dia ama -te e nasceu para nós, decantarei esse amar de dia antes da noite chegarrr e nunca poder... é Preciosidade: um In cabal e secreto.
PEQUENO REGISTRO
Ao meu redor as palavras gritam, querem sair, explodirrr.
Ouçá-las.
Não preciso de muito pra ser feliz. Agorinha já sou. Daqui a pouco com um lembrar não sou mais. E agora Clarice?
Comer para vive, logo morrer.
Na vida pode-se viver ao mesmo tempo, o triste e o alegre agrudado. E a dorrr!
É o ter não tendo.
É gritar em silêncio no escuro ao vento.
É morrer primeiro, depois nascer,
É desamar para amar,
E não de sim. A um triste fim de Borba.
Ou um Macunaíma herói meio....
PALAVRAS
Apalavrar-se. Apalavramentos. Apalavração: Qual o significado exato de viver, de ser, estar, de falar e assim ser diferente de um mero bicho irracional?
O que é palavra? tento adivinhar os prazeres de suas essências, logo existo.
A palavra é palavra mesmo. Nomeia os sentimentos mais “perfunctórios” do humano. Prefiro humano e não homem, porque é machista.
Através das palavras dá-se a semântica do mundo, só quem perde o direito de falar sabe o seu cabal valor.
Poesia descritiva e retrato. O sabor libidinoso dos poetas, escritores, estudiosos, etc. Sem elas quem seriam.
Até o muxuango a usa da sua maneira. Num tribunal elas são “vituperadas”, atropeladas, cruciais e por uns instantes deletérias.
No silêncio, no sonho, na dor, elas reinam também.
Disse Deus: Haja luz!
Clarice Lispector diz que a mais importante da língua é o “É”. É de existir, de ser, de verbo-acão; a bruxa dos vocábulos, ela o é, cria sua realidade adivinhada mergulhando no introspectivo. E você que faz com elas? Muitos dizem ser divina, então refreie sua língua.
O verbo- acão= Deus. O verbo primeiro q se fez. Assim.
O verbo é de existir. Somos, ....
é;
domingo, 13 de março de 2011
MINHA CLARIVIDÊNCIA: ELÃ
Clarice Lispector misteriosa, amiga das cartas, do espelho, mulher das letras e das vidas íntimas,
Lispector Clarice bruxa? Bárbara, estrábica na solitude;
Rotcepsil eciralc uma pergunta, um silêncio; numa entrevista jornalística com direito de revelar QUEM SOU EU???
Clari Lis esfíngica no afã de liberdade, seu cavalo negro, forte,
Ar rir claro iperalta da dr. Clarissa, só para loucos, devaneantes, enlevados;
Liso em flor de Lis, roubando um livro de minha cabeceira sem Felicidade Clandestina. come sua própria placenta e vira sua ficção real.
Clarito frisson , Lipe rota leto yps palavras enigmáticas, noturnas de halo intronspectivo em si mesmo ou ensimesmadamente.
Clara tudo ao mesmo tempo, enamorada do professor de matemática, rainha de cavalos e galinhas onamatopéicas.
Um outro nome para Deus, descobriu.
Clarismar conhecedora do mar profundo, ventos, galinhas, noites,
Clariar a mente do pobre, feio, solitário, num suar de vermelhas xícaras de café, num teclar da poderosa palavra escrita, mágica e fascinante. Toca um telefone dos prazeres ou da aprendizagem.
Clariou minha vida e me tirou do vazio de existir: Quem sou eu? Sou eu. É,
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