quarta-feira, 6 de abril de 2011

A roda

a roda gira, a vida,
o círculo ancestral,
a metáfora orgânica desentendida.
micrologia de um ser inadatável,
ex- possible.

A flor pede pra nascer no peito de um lírio branco
emanante de melifluosidades,

eu e etc... assim, perdidos,
amor que nunca mata minha morte,
eterno como nosso ato noctâmbulo,

a noite... meu livro aberto junto a galáxias simbolistas,
morder a fruta,
jardim desnudo,
cego e vergonhas, a vida gira e gira
desatino
desamor
desviver Romantista.

nem sei d q falo.
falo.
Eros me faça nascer das cinzas,
q possa salvar-me do eco das Sereias,

pintar esse instante-já.
Em suma, é o dizer sem nada dizer.

Nenhum comentário:

Postar um comentário