a roda gira, a vida,
o círculo ancestral,
a metáfora orgânica desentendida.
micrologia de um ser inadatável,
ex- possible.
A flor pede pra nascer no peito de um lírio branco
emanante de melifluosidades,
eu e etc... assim, perdidos,
amor que nunca mata minha morte,
eterno como nosso ato noctâmbulo,
a noite... meu livro aberto junto a galáxias simbolistas,
morder a fruta,
jardim desnudo,
cego e vergonhas, a vida gira e gira
desatino
desamor
desviver Romantista.
nem sei d q falo.
falo.
Eros me faça nascer das cinzas,
q possa salvar-me do eco das Sereias,
pintar esse instante-já.
Em suma, é o dizer sem nada dizer.
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