sexta-feira, 1 de abril de 2011

Hj tentei chorar, a lágrima quis sair,
no entre-olhar d amar. Amo demais e sofro,
a distância desse amor me deixa lo- u- co envolto.
Preso em mim mesmo, assim. Fora de mim, na busca d te encontrar.
Silêncio. Acordo e não te encontro,
durmo e febre late suando no corpo carente frio, deeenso, puro desejo libidinoso,
Hj é dia de escrever esta dor. Amor doe esse.

Nem Freud poderia explicar essa dor fremente de t esperar pra amar.
Longe. bem lá de fora, além , na metáfora do in-limitável.
tempo sin tiempo.
Musiquinha e entre-lágrima cortad@.
Saudade transpira pela pele quente. Não é só pele, é pele e pele quente. Ardente melhor.

Daq mai um anu t tenh s[o pá mimmm...

bjs meu doce amor
minha poesia poética meta-
minha canção de choro.
meu amor quente, ardente, fremente, sente...

O q te escrevo nem reviso, é esporádico como nosso jeito de amar,
quando chega corre e vem... de corpo cheio amare.

Leve e intenso desafio de esperar
ninf_ do céu do mar azul celestialll...

Alex, eu

Um comentário: