terça-feira, 15 de março de 2011

PEQUENO REGISTRO

Ao meu redor as palavras gritam, querem sair, explodirrr.
Ouçá-las.
Não preciso de muito pra ser feliz. Agorinha já sou. Daqui a pouco com um lembrar não sou mais. E agora Clarice?

Comer para vive, logo morrer.
Na vida pode-se viver ao mesmo tempo, o triste e o alegre agrudado. E a dorrr!
É o ter não tendo.
É gritar em silêncio no escuro ao vento.
É morrer primeiro, depois nascer,
É desamar para amar,
E não de sim. A um triste fim de Borba.
Ou um Macunaíma herói meio.... 
PALAVRAS
Apalavrar-se. Apalavramentos. Apalavração: Qual o significado exato de viver, de ser, estar, de falar e assim ser diferente de um mero bicho irracional?
O que é palavra? tento adivinhar os prazeres de suas essências, logo existo.
A palavra é palavra mesmo. Nomeia os sentimentos mais “perfunctórios” do humano. Prefiro humano e não homem, porque é machista.
Através das palavras dá-se a semântica do mundo, só quem perde o direito de falar sabe o seu cabal valor.
Poesia descritiva e retrato. O sabor libidinoso dos poetas, escritores, estudiosos, etc. Sem elas quem seriam.
Até o muxuango a usa da sua maneira. Num tribunal elas são “vituperadas”, atropeladas, cruciais e por uns instantes deletérias.
No silêncio, no sonho, na dor, elas reinam também.
Disse Deus: Haja luz!
Clarice Lispector diz que a mais importante da língua é o “É”. É de existir, de ser, de verbo-acão; a bruxa dos vocábulos, ela o é, cria sua realidade adivinhada mergulhando no introspectivo. E você que faz com elas? Muitos dizem ser divina, então refreie sua língua.
O verbo- acão= Deus. O verbo primeiro q se fez. Assim.
O verbo é de existir. Somos, ....
é;

domingo, 13 de março de 2011

MINHA CLARIVIDÊNCIA: ELÃ
Clarice Lispector misteriosa, amiga das cartas, do espelho, mulher das letras e das vidas íntimas,
Lispector Clarice bruxa?  Bárbara, estrábica na solitude;
Rotcepsil eciralc uma pergunta, um silêncio; numa entrevista jornalística com direito de revelar QUEM SOU EU???
Clari Lis esfíngica no afã de liberdade, seu cavalo negro, forte,
Ar  rir claro iperalta da dr. Clarissa, só para loucos, devaneantes, enlevados;
Liso em flor de Lis, roubando um livro de minha cabeceira sem Felicidade Clandestina. come sua própria placenta e vira sua ficção real.
Clarito frisson , Lipe  rota  leto  yps  palavras enigmáticas, noturnas de halo intronspectivo em si mesmo ou ensimesmadamente.
Clara tudo ao mesmo tempo, enamorada do professor de matemática, rainha de cavalos e galinhas onamatopéicas.
Um outro nome  para Deus, descobriu.
Clarismar conhecedora do mar profundo, ventos, galinhas, noites,
Clariar a mente do pobre, feio, solitário, num suar de vermelhas xícaras de café, num teclar da poderosa palavra escrita, mágica e fascinante. Toca um telefone dos prazeres ou da aprendizagem.
Clariou minha vida e me tirou do vazio de existir: Quem sou eu?  Sou eu. É,
OTRA VIDA

Estupendo palabra de suerte,
Amor también es igual que amor brasileño
Yo te extraño,
Nostalgia, o nuestra saudade, o todavia i miss you, quieren decir lo mismo.
Usted una poesía en mi vida. El aire que respiro y vida de mi vida.
Rompecabeças sin piezas, sonido del silencio, huele a peligro, viento en el fuego.
Hablar y charlar.
Chiste o chispa del alma.
Todo eres profundo en el linguaje español.
Puzzle. Dios. Nombres sin caminos. Piedras lloran la lluvia del corazón.
Palabras blancas, dulces y fuertes.
Apetece lunar todo. Pasión y descalabro, brujeria en la noche, un 23 hermoso.
Camino sin camino.
Fuego y hielo,  rincón del cielo.
Soy así un poco rojo para enamorar.
Yo te amo mucho,
Hasta en fin del mundo escuchara mi nombre en tu piel.
Jugando sin decir nada y nada. Quiero cosas estupendas:
Uno- amar
Dos- olvidar
Tres- soñar
Cuatro- mirar
Cinco- fines in fin de mi...,
No tengo más palabritas nuevas para afetar tu mejilla,
Estoy siempre muerto de hambre, mientras duele y duele amar así.
Pero palabrotas son canciones del pueblo Bolivar.
Colores sin colores o descoloradas
Recuerdo del perdón de una flor amable. Flor y flores de alquiler.

INTROSPECÇÃO
Etc...,
A palavra mais forte do Universo?
O sentido perdido de viver? Não nunca,
O maior momento de plenitude?
Um vocábulo desconhecido, diferente ou olvidado,
A vida é a vida ou é um dinheiro que se vive?
A pergunta me alivia, o amor é nosso caldo de cultura, gostei dessa junção “caldo de cultura”, me enleva ao cabal gozo de sabedoria.
O que é sabedoria sábia sapiente? É redundante... o amor também o é.
Quando se ama há poesia, há inspiração e infelizmente dor.
É, uma unidade pequeníssima com um profundo e grande sentido.
Sentido de sentir a sensação sinestésica. Cloaca de ignorâncias...
É. É muito: existir, ser, é afirmação é verbal, é aquilo ou isso da coisa.É existencial.

A vida é uma Literatura. A Literatura é, sobretudo, palco da vida. Uma aula de (re) viver.

Queria correr o mundo e anunciar esses introspectivos vocábulos para ser famoso. Kakakakakkaakkakka
O que lhes conto é offline e o que ler agora nesse instante-já é online. Nunca offline com o mistério de viver.
Sou um ser sendo sempre seu sensorial sonhador e ah! ser que é ser. Só querer ser não é eu.
Ria, ouça a voz dessas palavras. Sonhe uma utopia. Ame o bastante.
Quero intraintrospectar-me em muitos de nossos eus. Alteridade utópica.
Eu e você somos um nessa hora.
Tão bom criar, tão bom saber que viver é complexo!?
Olhe para dentro de si. O espelho da alma te chama, o espelho que tenta refletir sua belezitude.
 No Espelho te vejo.
Cabal, total, pleno etc. Eu não preciso de muito para ser livre e feliz.
Sejamos felizmente felizes. Obrigado. Hptt//: WWW.Introspecte-se.Com.eu/
No mistério cabal da entrelinha.
Hoje é um dia único, precioso e.... dia de...., acabaram-se as palavras poéticas. Rsrsrsrsrsrsrssrsrs. Xau. Releia a vida.



SE NÃO HOUVER CRIAÇÃO DO NOVO, NÃO HÁ POESIAS.

Poesia sem fim,
Vírgula cesurando o pensamento melodioso,
Palavras que são como o uirapuru na densa floresta Amazônica,
Poesia é vida, vivendo na arte,
O poeta é fingidor, pueril, sonhador,
O poeta é introspectivo sobremedidamente,
O poeta é o próprio é de ser,
Oh! Poeta

O poeta procura o sentido invencível nas semânticas das pluripalavrações,
O poeta é, simplesmente mestre da vida,
O poeta é deus grego da retórica,
O poeta come palavras,
O poeta é amplificação na literatura,
O poeta é muita coisa,
O poeta vive mais,
O poeta canta de coração limpo a alma das palavrasss,
O poeta sente.
O poeta é visual,
O poeta é mero poeta.

Há momentos, há horas malditas, mortas e de silêncio estonteante,
O poeta não pertence a um -ismo literário e sim a muitos,
O poeta é vivo, mundo e saber do sabor,
O poeta ouve a voz dos vocábulos,
O poeta dança decantando em unidades mínimas de sentidos,

Oh! Poeta,
Apaixonado por ninfas de águas doces,
Poeta sem fim, sem número de linhas e páginas,
Poeta que segura vidas em sua mão,
Poeta que dorme sendo mais de uma pessoa ou persona,

Poeta é persona,
Poeta é personal,
Poeta é pessoal
Poeta é personagem melodramático,
Gosto de poesias e poetas quaisquer,
Para um novo mundo: façamos poesias de vida em forma de diamante pleno,

...............................................................................................................................

(...)

QUANDO ESCREVER É...

ESCREVER HUMILDE TÉCNICA

Quando Escrever,

Quando escrever passa a ser uma necessidade,
Quando escrever é um chamado divino,
Quando escrever purifica,
Quando escrever é escrever e escrever,
Reescrever e descrever também.
Quando escrever é fome vital, quando embriaga o ser, faz crescer, renova, nasce de um súbito momento inesperado, epifania letal. Halo astral.
Quando escrever é ler e reler, entender e viver,
Quando escrever dá tensão e tesão, antítese racional, não dormir e levantar pra registrar, quando a alma já não é mais humana e sim poética.
Quando escrever é instante de prazer, mero segundo –já- do agora- de- sempre- eternamente.
Quando escrever é real, imaginário, ideal, cabal na denúncia da realidade supra-, fatos de verdade, pra rir ou chorar, sonhar, etc.
Quando se morre e se inscreve amiúde.
Quando e quando se levanta mais cedo e apercebe-se de novo no mesmo gozo. Arte sublime. Envolvente, cantante e segredosa.
Quando não ou no se tem o que escrever e simplesmente se escreve. No dançar da mente, dos dedos, das palavraturas.  Adormecer na escritura da nervura lispectoriana,
Quando escrever é renascer. Quando escrever é criar o mundo todo. Quando escrever, escrever de quando em quando se prescreve. Serve treve neve. 
Escrever pra..., namorar, amar, reclamar, Gosto da poesia, pois sou poeta da minha forma e fôrma. Posso falar tudo que quero e requero. Escrevo quase do jeito que sou.
Escrever com coração e fora da sintaxe sofrida e sistematicamente sem uso de vida. Por isso se escreve não se prescreve que neve é leve indelével se bebe.
Escrever sem clássico, soneto, cultíssimo, e sim com o sentir das palavras na mão. Livre, moderno, multipoesia, versos bárbaros, heteros, polis, isso sim me dá prazeres.
Ao escrever dos poetas a canção doce da humanidade. Ao escrever que jaz. Ao escrever no pensar de quem lê. Rever. Dever e não desmerecer esse ser.

GOTAS DA NOITE-

Gotas de amor, gotas da noite, escorrem, derraman-se entre nós.
Num gesto sublime de amar. Sonhar, e, viver com vc.
Saudade sim como fome.
Liberdade sim pra ser feliz, por um tris,
Amor palavra signo nosso.
Chuva me cobre de desejos libidi-no-sos.
Moderno: livre, leve e soltíssimo.
Puro carne viva tremendo, lábios espulmando de vontade de...
de...? segredo carnal, fatal, i- moral- !

Eu e vc. Um só ser, nesta desventura só.
Amanhã é palavra longe,
Quero vc hj e ahora.
Uma flor de regalo, neste inter- valo- ,  me transmuto na busca de ti.
sou assim, sou vc em mim.
rir de tanto de amar: vc a hipérbole do meu viver.

Ah, como é bm gritar e t amar. Vc me entendi neste linguajar miúdo, onde de grande só tem e é o amor- amante q sinto.

Sentir sim é sem fim.
Fim nem pensar.
Pensar em vc.
Vc é mim.
Mim dentro, pleno de tu,
 Luz,  Deus é testemunha do meu amor barroquista(devoto) por ti.
Segredos meu e teu.
Noite, não
te possuir nas gotas da noite.
Go-tas d-a-  noi-te-   máxima.
Verdade inventada pra t amar.
Musica poética pra t enlevar. Sublimar como mar em meu corpo sed-en-to.

ès meu vento a espalhar sorrisos no ar.                 Alex, eu 2011.
nem revisei, seu olhar é testigo

quinta-feira, 10 de março de 2011

N-o silênci-O, o grit-O

NAQUELA NOITE,  QUANDO PAREI E VI O LÁ FORA,
de mim, o meu eu, o mundo de lá,
cresci um pouco, cedi um pouco,
Introspectivei-me.  No silêncio entre mim e eu mesmo. Lá fora,
O som das veias, na corrente da alma só,
Escuro de corpo. O que escrevi, me  ensina a reescrever a vida escura de puro grito do lá de fora,
moderno, livre, feliz, amar-nte, O que vejo, logo sou,
Cãos, relógios, quarto sombrio, no poder de escrever o infinito escrito,
Pensei e criei um grande título sem Letras vivas, pois estão no escuro oculto frio.
No silêncio, o grito oco de poeta.
Um criar, um tentar, um ser, um lá de fora, sem medo do escuro.
Onde estivestes de noitinha? A noite,
Oh noite, divinizante, branda, e cheia de libidino-Çências-
Ovo. Pq falar de ovo oco,  Ovo e galinha? é mistério lispectoriano,
Alegre= poesia alegre! nua, crua, e sua agora,
lá de fora vejo, bem fora da janela poética,
Escrevo o q sou. rima perdida.
Uma mariposa, um colibri, um eco, um ser q....etc,
fim!? nada
kkk

sábado, 5 de março de 2011

O silêncio...

O silêncio que ouço nú. Sinto o seu som inaudível.
Silêncio Nu. Erostismo puro, libidinoso, orgástico amar e amar e barulhar e arder em vozes da nude-z estrelar na hora de aprazeirar-se.
Só. Dó, e nó.
Silêncio... 
Silêncio!
Ah o silêncio, há o grito, há eu. Silêncio, sem- si-lên- ci- u.


Na extremidade de mim está o simples sábio silente poético: o nosso mero
 siiii-lennn- siuuuu.kaka
Á beira do amor carente está ELE. quieto e Vazio.
Silêncio de prazer depois de se amar, ah ah...
ou de dor, morte, de calar, dominar-  ção,


Silêncio do poeta, do escritor, do leitor,
do livro lispectoriano e
de súbito, pronto,
ai está na escuridão da noite de 4 luas,
silêncio sem medo de liberdade frouxa
e alegre.
É.
....
,

Músicas q compus pro boi bumbá

Cunhã de Amor
A cunhã da floresta vem dançar, apaixonar corações
com a brilho da lua encanta a nação, (vermelha!)

Mistério da amazônia (verde!)
vem vem mostrar:
o balanço das águas, pureza e leveza
mãe da mata vem te abençoar ah ah

Cunhã- Poranga, vem cheia de amor,
tua dança é pura magia, tua dança é o sol que irradia,
é canto da Amazônia, a riqueza da Terra- Mãe

CUnhã - poranga vem encantar
no livre voar do beija-flor
com penas, danças vem amar,

Cunhã -Poranga cheia de mistérios, cheia de amor,
A doce melodia da Iara a cantar,
seu bailar traduz o som do Uirapuru,
no balé do boto namorador, baila

Cunhã- poranga, vem cheia de amor,
nas asas de sonhos de um beija-flor,
és divina guerreira
do flor do campo vencedor

POESIA CABLOCA - ALEX

sexta-feira, 4 de março de 2011

A CLARICE,

MINHA CLARIVIDÊNCIA: ELÃ
Clarice Lispector misteriosa, amiga das cartas, do espelho, mulher das letras e das vidas íntimas,
Lispector Clarice bruxa?  Bárbara, estrábica na solitude;
Rotcepsil eciralc uma pergunta, um silêncio; numa entrevista jornalística com direito de revelar QUEM SOU EU???
Clari Lis esfíngica no afã de liberdade, seu cavalo negro, forte,
Ar  rir claro iperalta da dr. Clarissa, só para loucos, devaneantes, enlevados;
Liso em flor de Lis, roubando um livro de minha cabeceira sem Felicidade Clandestina. come sua própria placenta e vira sua ficção real.
Clarito frisson , Lipe  rota  leto  yps  palavras enigmáticas, noturnas de halo intronspectivo em si mesmo ou ensimesmadamente.
Clara tudo ao mesmo tempo, enamorada do professor de matemática, rainha de cavalos e galinhas onamatopéicas.
Um outro nome  para Deus, descobriu.
Clarismar conhecedora do mar profundo, ventos, galinhas, noites,
Clariar a mente do pobre, feio, solitário, num suar de vermelhas xícaras de café, num teclar da poderosa palavra escrita, mágica e fascinante. Toca um telefone dos prazeres ou da aprendizagem.
Clariou minha vida e me tirou do vazio de existir: Quem sou eu?  Sou eu. É,

 
Mera homenagem a diva das LETRAS,  LISPECTOR-  AFLORDALITERA...